Perspectivas Colégio SESI

Colégio SESI – Carambeí/PR

  • COLÉGIO SESI – CARAMBEÍ/PR

    Av. Ouro Branco, 500 - Tel (42) 3231-5651 Ensino Médio
  • Equipe do Colégio SESI Carambeí:

  • Diretora

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  • Pedagoga

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  • Professores:

  • Artes

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  • Educação Física

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  • Filosofia

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  • Física

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    Najet Saleh
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  • Psicologia

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  • Sociologia

    Maurício Fernando Bozatski

A Queda da Bastilha

Publicado por Bozatski em 14/Julho/2009

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A Queda da Bastilha

INTRODUÇÃO

Segundo a historiografia tradicional, a Queda da Bastilha marca o início da Revolução Francesa. Não há dúvida de que o movimento popular em Paris tenha grande significado, porém a Revolução deve ser vista como um processo, onde é necessário analisar a situação econômica do país, os interesses de classes envolvidos e os interesses dos demais países europeus.

A BASTILHA

A Bastilha foi construída em 1370 e tornou-se uma prisão durante o reinado de Carlos VI; no entanto foi durante a Regência do Cardeal Richelieu, no século XVII que tornou-se uma prisão para nobres ou letrados, adversários políticos, aqueles que se opunham ao governo ou mesmo `a religião oficial.
No dia 14 de julho a Bastilha abrigava apenas 7 prisioneiros, no entanto a multidão invadiu-a tanto por representar um símbolo do absolutismo, como para tomar as armas que haviam em seu interior.

A REVOLUÇÃO

A importância da Queda da Bastilha reside no fato de que a partir desse momento a revolução conta com a presença das massas trabalhadoras, deixando de ser apenas um movimento onde deputados julgavam que poderiam eliminar o Antigo Regime apenas fazendo novas leis.
A gravidade da crise econômica havia envolvido todo o país em uma situação caótica: os privilégios dados à nobreza e ao Alto Clero dilapidaram as finanças do país, situação ainda mais agravada com a participação da França na Guerra de Independência dos EUA em ajuda aos colonos e palas secas, responsáveis por uma crise agrária, que levava os camponeses miséria extrema e determinava o desabastecimento das cidades assim como a retração do comércio interno.

Na medida em que a nobreza recusou-se a abrir mão de seus privilégios, o rei Luís XVI viu-se forçado a convocar a Assembléia dos Estados Gerais, que reuniria os representantes da Nobreza, do Clero e do Povo ( burgueses). As manobras políticas da realeza tinham por objetivo fazer aprovar nova legislação, que preservaria os privilégios do 1° e 2° estados e ao mesmo tempo sobrecarregariam o 3° estado.

Em17 de junho os representantes do povo se auto proclamam Assembléia Nacional. Esse fato representa de um lado o grau de organização e a consciência da burguesia, ancorada pelos ideais do Iluminismo, e ao mesmo tempo nos dá idéia de qual era a perspectiva de Revolução para essa classe social, eliminar o Antigo Regime, através de uma reforma na legislação, forçando o rei a aceitar o organização de um poder legislativo responsável pela elaboração das leis.
Enquanto os deputados se reuniam na Assembléia, o rei reunia tropas na tentativa de evitar o movimento revolucionário, foi nesse contexto que formou-se a “Milícia de Paris” e no dia seguinte as ruas e a Bastilha eram do povo.
O movimento revolucionário saia às ruas; percebia-se que somente com a participação e o apoio popular poderiam haver mudanças significativas. Apesar de organizada e armada, a camada popular urbana defendia a manutenção da Assembléia Constituinte e portanto acreditava que as novas leis poderiam trazer uma mudança significativa.

Ao contrário, no campo, a situação era de marcada por grande radicalização caracterizada por invasões de propriedades senhoriais,,onde muitos nobres foram executados, cartórios invadidos, onde os títulos de propriedade feudal eram queimados. Os camponeses não possuíam uma ideologia definida e nem um projeto acabado, porém o movimento — Grande Medo – refletia a situação de profunda miséria vivida no campo
Ao fugir do controle da burguesia, o movimento camponês foi responsável por uma das primeiras mudanças significativas da Revolução: a 26 de agosto foi aprovada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de inspiração iluminista, defendia o direito a liberdade, à igualdade perante a lei, a inviolabilidade da propriedade privada e o direito de resistir à opressão.

FONTE: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=179

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França comemora Dia da Bastilha

Publicado por Bozatski em 14/Julho/2009

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França comemora Dia da Bastilha sob o governo de Sarkozy O presidente francês, Nicolas Sarkozy, comandou neste sábado em Paris pela primeira vez a Festa Nacional de 14 de Julho –Dia da Bastilha–, marcada pela presença de militares dos 27 países-membros da União Européia (UE) no tradicional desfile pelas Champs Elysées. A festa celebra a tomada popular da prisão da Bastilha, marco da Revolução Francesa, que livrou o país da monarquia. Escoltado pela Guarda Republicana, Sarkozy cumprimentou sorridente a multidão de um veículo militar descoberto, na famosa avenida da capital francesa. Rompendo protocolo, o presidente francês desceu do carro para apertar a mão do público. “Está sol, os sócios europeus estão aqui. Tem muita gente!”, disse ele à imprensa. Depois de acompanhar as manobras dos aviões Alphajet e seus rastros de fumaça com as cores da bandeira francesa, Sarkozy encabeçou o tradicional desfile, que este ano trouxe como novidade a participação de 900 militares dos 27 Estados-membros da UE. O presidente francês antecipou esta iniciativa assim que foi eleito, dizendo que a presença de soldados europeus na festa seria “um belo símbolo” da união da Europa. Vários dirigentes europeus foram convidados para o 14 de Julho, como o primeiro-ministro português, José Sócrates, o presidente da Comissão européia, José Manuel Durão Barroso, e o chefe da diplomacia européia, Javier Solana. No momento da Festa Nacional, que rememora a queda da Bastilha em 14 de julho de 1789, as pesquisas mostram que a maioria dos franceses (64%) aprova a gestão de Nicolas Sarkozy na presidência. Outra particularidade deste 14 de Julho foi a decisão de anular o indulto coletivo outorgado tradicionalmente pelo presidente da República, que ano passado garantiu a libertação de cerca de 3.500 presos. Em anos anteriores, o indulto coletivo foi apresentado como uma maneira de descongestionar as prisões francesas, cujo número de presos supera a capacidade em mais de 10 mil, segundo a administração penitenciária. Finalmente, Sarkozy decidiu inovar nos atos previstos para a noite, com a organização de uma “grande festa popular”, aos pés da Torre Eiffel, que incluirá vários shows antes dos tradicionais fogos de artifício. Devido à ameaça terrorista na Europa, cerca de 5.000 policiais foram mobilizados para as cerimônias de 14 de julho e receberam recomendações de aplicar uma “extrema vigilância”. da France Presse, em Paris FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u311889.shtml

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Comércio Exterior – Programa “Na Real”

Publicado por Bozatski em 13/Julho/2009

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Confira o dia-a-dia de um profissional de Comércio Exterior.

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Ciência da Computação – Programa Na Real

Publicado por Bozatski em 13/Julho/2009

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O dia-a-dia de um profissional de Ciência da Computação
Leia mais sobre a profissão no Guia do Estudante: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/profissoes_271461.shtml

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Engenharia Civil – Programa na Real

Publicado por Bozatski em 13/Julho/2009

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Confira o dia-a-dia de um profissional de Engenharia Civil.
Saiba mais sobre Engenharia Civil no Guia do Estudante: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/engenharia/profissoes_271756.shtml

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Ganhe um box de DVD´s “Nos passos de Alexandre, o Grande”

Publicado por Bozatski em 13/Julho/2009

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Há mais de 2300 anos, Alexandre carrega o apelido de “O Grande”. Invente um novo apelido criativo para o conquistador e explique o porquê. Os 5 internautas mais criativos serão premiados com 1 (um) box de DVD´s “Nos passos de Alexandre, o Grande”.

LINK DA PROMOÇÃO (GUIA DO ESTUDANTE EDITORA ABRIL)

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Pressão pela licenciatura

Publicado por Bozatski em 13/Julho/2009

Pressão pela licenciatura
Com a obrigatoriedade do ensino de Sociologia e Filosofia no ensino médio, aumenta a procura por cursos superiores nessas áreas e cresce o interesse dos alunos na formação docente

Rachel Cardoso

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As instituições de ensino superior começam a colher os benefícios da aprovação, no ano passado, da lei nacional que determina a inclusão das disciplinas de Filosofia e de Sociologia na grade curricular do ensino médio, após décadas fora do currículo obrigatório. O aumento da procura pelos cursos de licenciatura começa a ser notado e a expectativa é que se intensifique a médio prazo. Além disso, um outro fenômeno se desenha: alunos e ex-alunos desses cursos pressionam as instituições para a abertura de licenciaturas.

“Desde 2005 o movimento cresceu, mas o impacto daqui por diante será bem mais significativo”, acredita o coordenador do curso de Filosofia da Universidade Metodista de São Paulo, Daniel Pansarelli.

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anisio Teixeira (Inep) confirmam a trajetória exponencial. Em 2005, o total de professores de Filosofia formados no Brasil foi de 25 contra 346 de História, por exemplo. Nos dois anos seguintes, esse número saltou para 70 e 75, respectivamente. Somados, os formandos em Sociologia e Ciências Sociais chegaram a 28 em 2005; 27 em 2006 e 29 em 2007. As estatísticas do ano passado ainda não foram fechadas.

Para se ter uma ideia da evolução, há uma década apenas dez alunos concluíam o curso de Filosofia na Universidade Metodista, na qual a média de ingressantes hoje é de 60. “Há dois anos, o número de formandos varia entre 30 e 40″, diz Pansarelli. Isso porque, segundo o coordenador, alguns estados incluíram a disciplina antecipadamente à lei. Ele acredita que os reflexos serão maiores em Sociologia, embora ainda não tenha base de comparação por ter lançado o curso há menos de dois anos. “Não deu tempo de formar nenhuma turma, mas a tendência é de um mercado cada vez mais atrativo, inclusive para pós-graduação”, acredita.

A demanda também não deve ficar restrita ao ensino médio. O diferencial de concorrência das escolas privadas, na maioria dos casos, era justamente a oferta de disciplinas como Sociologia e Filosofia. Agora, como toda a rede pública passou a oferecê-las, a expectativa é que os colégios particulares abram espaço para as disciplinas também no ensino fundamental.  Por isso, é crescente a demanda da oferta de licenciatura para bacharéis e licenciados em outras áreas.

Para suprir a carência de todo o território nacional, a Metodista lançou há dois anos e meio cursos de licenciatura a distância. A cada semestre uma nova turma é formada, além da presencial, que neste ano está com 100% de ocupação. “Existem discussões para a criação de uma segunda turma, mas não temos estrutura física para isso neste momento”, diz Pansarelli.

Na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), os alunos matriculados pressionam para que o curso de bacharelado de Ciências Sociais seja estendido também à licenciatura, conta a professora Sandra Machado Lunardi Marques, do Departamento de Fundamentos da Educação da PUC-SP. O atual currículo de Filosofia, assim como o anterior, oferece licenciatura, embora a opção da maioria seja pelo bacharelado.

Um impulso para o mercado, segundo Sandra, é a quantidade de aulas de Filosofia, Sociologia ou Psicologia existentes no ensino médio. “Dado o número insuficiente de licenciados em Filosofia e Sociologia, essas disciplinas têm sido ministradas por professores de outras áreas, como Letras e Pedagogia; portanto, existe uma carência de fato pelos licenciados em questão”, diz. Ela destaca, porém, que a instituição está preparada para atender à possível demanda, pois tem professores capacitados para isso.

Na Uniban, a procura pelo curso de Filosofia, lançado em 2008, também aumentou sensivelmente este ano. A tendência é de evolução, avalia o coordenador pedagógico da instituição, Adalberto Botarelli. “Foi uma conquista significativa, mas ainda há outras fronteiras, como instituir uma jornada ampliada e, consequentemente, de melhor qualidade”, diz.

A opinião de Botarelli é semelhante à de Sandra.  Ambos chamam a atenção para o quadro desenhado pela falta de licenciados em Filosofia e Sociologia. Estima-se que mais de 40% dos docentes do Estado de São Paulo sejam temporários, ministrando disciplinas que não cursaram, sem ter a certeza de assumi-las no próximo ano. Daí a baixa procura desses professores por cursos de formação continuada. “Também são carreiras que nunca serão de massa pela demanda teórica”, afirma Botarelli.

Mesmo assim, trata-se de um mercado em expansão seja para o licenciado, seja para o bacharel. “A esfera pública, o setor privado e o chamado terceiro setor sentem uma necessidade crescente por profissionais que saibam dar respostas aos problemas e às demandas que vêm da sociedade”, acredita o diretor acadêmico da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fespsp), Aldo Fornazieri.

Segundo ele, a revolução tecnológica e a globalização, com suas complexas consequências, estão fazendo também com que o século XXI seja o século de uma crescente mediação de sociólogos, cientistas políticos, antropólogos e cientistas sociais. “Sem uma forte intervenção da área do conhecimento social, as sociedades caminhariam de forma crescente para disfunções e anomalias”, diz.

Embora não possa mensurar esse crescimento, Fornazieri conta que na Fespsp existe procura e pressão muito forte por parte dos alunos e ex-alunos para que a instituição ofereça o curso de licenciatura. “Estamos nos momentos finais de elaboração e aprovação do projeto pedagógico que reforma o nosso curso de bacharelado em Sociologia e Política. Lançaremos um curso de dupla certificação: bacharelado e licenciatura”, adianta.

A ideia é que os ingressantes do vestibular 2009/2010 já entrem nesse curso. A vantagem, segundo Fornazieri, será enorme. Além de se capacitar para lecionar, o aluno terá a certificação também no bacharelado. “O nosso aluno, como futuro professor, estará apto a proporcionar níveis importantes de compreensão da atual complexidade social ao estudante de nível médio, justamente por ser também um bacharel. E, como bacharel, estará capacitado tanto a exercer uma pedagogia deste mesmo entendimento complexo quanto para atuar como pesquisador, planejador social, gestor, assessor ou analista”, observa.

A busca por esse profissional gabaritado ainda é uma dificuldade para os colégios de ensino médio na hora de preencher o quadro. “Profissionais portadores de um diploma de licenciatura em Sociologia ou Filosofia existem, mas pouquíssimos têm mostrado as habilidades necessárias para desenvolver junto aos adolescentes um curso realmente instigante”, reclama o diretor de Ensino Médio do Colégio I.L.Peretz, Francisco Eduardo de Aguirra.

FONTE: http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12394

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Curva de mudanças

Publicado por Bozatski em 13/Julho/2009

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Curva de mudanças
Cursos tradicionais ainda concentram a maior parte das matrículas, mas o maior crescimento vem sendo registrado em graduações inovadoras

Rodolfo C. Bonventti

Historicamente, os alunos brasileiros preferem seguir carreiras tradicionais, fato comprovado pela concentração da demanda em cursos como direito e administração. Mas levantamento realizado pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) com base nos dados do Censo da Educação Superior 2007 mostra que as instituições que investiram em graduações ligadas às “profissões do futuro”, nas áreas de genética, meio ambiente, sustentabilidade, midiática, alta tecnologia ou empreendedorismo conseguiram bons resultados. Principalmente entre os cursos superiores de tecnologia.

Nos últimos dois anos, cresceu significativamente a variação de alunos ingressantes em cursos como gestão empreendedora ou processos gerenciais (528%), extração de petróleo e gás (174%), gestão em logística (87,9%), gastronomia (59,6%), tecnologia de radiologia (31%) ou administração de redes (21,6%).

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(CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)

O resultado é que as instituições de ensino superior brasileiras têm conseguido acompanhar as mudanças no mercado de trabalho mundial, ampliando a oferta de novos cursos e inserindo conteúdos diferenciados em graduações tradicionais como administração de empresas, medicina ou engenharia.

“As universidades estão se adequando rapidamente às mudanças no mercado de trabalho e aos cursos tecnólogos, de curta duração, que mesmo mais baratos dobraram de tamanho nos últimos dois anos, mas não chegam a incomodar as profissões tradicionais, ainda as mais procuradas em números absolutos”, avalia o diretor-executivo do Semesp, Rodrigo Capelato.

Embora o curso tecnólogo de gestão empreendedora ou de processos gerenciais tenha crescido 528% em número de ingressantes, eles representam hoje apenas 8.555 alunos em todo o Brasil, da mesma forma que o de extração de petróleo e gás, o segundo a apresentar maior variação, responde por apenas 4.263 alunos.

Enquanto isso, os chamados cursos tradicionais, como administração, possuem mais de 217 mil alunos matriculados, apesar de terem apresentado uma queda de 9% no comparativo 2006/2007. O curso de direito cresceu apenas 1,7% no mesmo período, mas também representa um montante de mais de 157 mil alunos.

“Os cursos de direito e administração ainda representam 1/3 do total de alunos matriculados hoje, tanto em universidades públicas como privadas”, explica Carlos Monteiro, diretor -presidente da CM Consultoria de Administração e Marketing.
Os números do Semesp confirmam essa tendência: os cursos mais procurados nas instituições privadas são administração, com 17% das matrículas; direito, com 15,1%, e em seguida, bem mais atrás, enfermagem e pedagogia, com 5% cada, e comunicação social e ciências contábeis, com pouco mais de 4%.

“Os cursos imperiais (medicina, direito e engenharia) continuam dando as cartas. A mentalidade das nossas instituições de ensino, dos seus gestores e professores ainda é muito refratária e vivemos em um país de bacharéis, como no século XIX,” acredita Carlos Monteiro.

A opinião do consultor está baseada em números do mercado que mostram que, apesar de os cursos de formação tecnológica viverem um bom momento, eles ainda representam um universo de pouco mais de 6% do total de matrículas no ensino superior . “Ou seja, o Brasil ainda está na contramão do mundo, já que em todas as outras grandes nações a procura por graduação tecnológica, cursos de curta duração ou de educação a distância, desde 2002, é infinitamente maior do que por graduação normal e presencial”, diz Monteiro.

Marisa da Silva, consultora de carreira da Career Center, empresa especializada em Gestão Estratégica em RH e Carreira, acredita que a oferta ainda está diretamente ligada a questões culturais.

“Nossos estudantes têm uma forte tendência a seguir a área de Humanas e são seduzidos pelas carreiras midiáticas como publicidade e propaganda, jornalismo, mídias digitais ou artes cênicas, mas a maior carência do Brasil ainda está na área de exatas.”

A executiva defende uma nova formação profissional no país, que seja capaz de evitar o desperdício de recursos financeiros na educação e de tempo na construção de uma mão de obra cada vez mais qualificada. “O que mais acontece hoje é o jovem se encantar com as profissões relacionadas à mídia, com carreiras glamourosas e depois perceber que a profissão que escolheu não é nada daquilo que ele imaginava. E vem a frustração e o retrato de um profissional infeliz”, define.

Para Carlos Monteiro, também cabe às instituições de ensino agirem para mudar esse cenário. “O futuro não é loteria. As decisões sobre o futuro devem ser tomadas no presente e as instituições precisam definir seus portfólios hoje para projetarem o futuro. Os cursos de ensino a distância, por exemplo, vão crescer muito mais e precisam ser vistos e aceitos como uma modalidade estratégica de ensino. Trata-se de uma questão de tendência mundial pela escolha de um modelo híbrido de educação.”

Exemplo de carreira hereditária, mas que cada vez possui mais demanda de profissionais, a engenharia cresce bastante, tanto no modelo tradicional de graduação presencial como nos de cursos superiores de tecnologia, de curta duração. Os diversos ramos da área, como engenharia de produção, agrícola, eletrônica, mecânica, civil, elétrica ou nuclear, aparecem todo ano na lista dos cursos mais procurados pelos vestibulandos em todas as regiões do Brasil. No Sul e no Sudeste, por exemplo, a engenharia tem sido sempre a primeira colocada entre os cursos mais tradicionais.

Do outro lado da moeda estão cursos como normal superior, formação de professor, letras, matemática e turismo, que têm registrado uma curva descendente ano a ano no número de alunos ingressantes, e com percentuais muito significativos, que podem indicar não ser um bom caminho para as projeções futuras das instituições de ensino superior. Apesar disso, muitas podem continar a manter essas graduações por uma questão de decisão estratégica, como o perfil da instituição, ou para ajudar no esfoço pela ampliação e melhora da formação de professores.

O quadro geral parece estar na adoção de um novo modelo educacional de ensino superior, muito mais flexível e facilmente adaptável às demandas de uma nova sociedade e de um novo mercado de trabalho.

FON TE: http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12373

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Curso pouco concorrido adere mais ao “Enem-vestibular”

Publicado por Bozatski em 13/Julho/2009

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Curso pouco concorrido adere mais ao “Enem-vestibular”

A substituição dos vestibulares pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), proposta em março pelo Ministério da Educação, abrangerá cursos pouco concorridos e menos de um quarto das vagas das universidades federais do país.

Os dados foram tabulados pela Folha, que contatou as 55 instituições federais do país. Na prática, os candidatos poderão disputar, prestando só o Enem, 42,7 mil das 183 mil vagas previstas para 2010.

A possibilidade de disputar diversos cursos sem precisar se inscrever em vários vestibulares é uma das grandes vantagens da mudança, diz o MEC.

O levantamento mostra ainda que 81% dos cursos no sistema tiveram no último exame relação candidato/vaga inferior à média das federais (8,8).

Cada instituição tem autonomia para aderir. Muitos reitores dizem não ter aceitado porque a mudança seria abrupta e ainda há dúvidas sobre o sistema. A proposta foi lançada em março; a prova é em outubro, e as inscrições terminam sexta.

“Este primeiro ano é encarado como um teste. No próximo, pode ser que a adesão aumente ou que haja até a retirada do sistema. Dependerá do sucesso da prova”, disse o presidente da Andifes (que reúne os reitores das federais), Alan Barbiero.

“Para o primeiro ano, a adesão está boa”, afirmou o presidente do Inep (órgão do MEC responsável pelo exame), Reynaldo Fernandes. “É natural que universidades com grande estrutura de vestibular tenham receio. Se a prova selecionar bem, a adesão aumentará.”

Fernandes vê como positiva a adesão maciça de cursos pouco procurados. Com o sistema unificado, sustenta, a concorrência poderá subir e melhorar a seleção nesses cursos.

A apreensão na rede pode ser exemplificada pela Unifesp (federal de SP). Para cursos mais recentes, como ciências sociais, o Enem passou a ser a única forma de seleção. Já para carreiras tradicionais, como medicina, haverá segunda fase. A instituição diz que cursos mais concorridos necessitam de avaliação mais “abrangente”.

Para o coordenador da pós-graduação em educação da USP, Romualdo Portela, a adesão inicial ao projeto “é baixa, mas não desprezível”.

Segundo ele, “o problema é que tentaram implementar a proposta muito rapidamente”. “Em geral, aderiram as instituições mais novas, que são mais frágeis [politicamente] e dependentes do ministério.”

O uso do Enem como única forma de seleção vem sendo tratado pelo governo Lula como um passo para o fim dos vestibulares, vistos como um problema para o ensino médio _ao cobrarem assuntos muito específicos, impedem que os alunos sejam capazes de integrar os conhecimentos.

O Enem cobra menos conteúdo das matérias e mais raciocínio. Mas, para virar um processo seletivo, teve de ser modificado. O número de questões subiu de 63 para 180.

“É preciso avaliar o impacto na seleção dos candidatos e no ensino médio. Nada ainda está claro, é preciso prudência”, disse o coordenador do grupo de ensino superior da Anped (associação dos pesquisadores em educação), João Ferreira.

Mesmo se o curso desejado não estiver no sistema unificado do Enem, em geral, o aluno deve prestar o exame. Isso porque tanto universidades públicas como particulares podem usá-lo em seu vestibular.

O exame é usado ainda na seleção do ProUni (programa de governo federal que dá bolsas em faculdades particulares).

*

Universidades federais e o novo Enem

Aderiram ao Enem como substituto do vestibular

  1. Cinco em MG: Unifal, UFJVM, Ufla, Unifei * e UFSJ **
  2. Três no RS: Ufpel, Unipampa e UFCSPA
  3. Duas em SP: UFABC e Unifesp *
  4. Duas no RJ: UFRRJ e Unirio
  5. Duas em PE: Univasf e UFRPE
  6. Duas na BA: UFRB e UFBA *
  7. Uma em MT: UFMT
  8. Uma no MA: UFMA
  9. Uma no PI: UFPI
  10. Uma no AM: Ufam
  11. Uma no PR: UTFPR
  12. Uma em TO: UFT
  13. Uma em RO: Unir
  14. Uma em RN: Ufersa

Usarão o Enem como primeira fase do vestibular

  1. Cinco em MG: UFU, Ufop, Unifei *, UFSJ ** e UFJF (*)
  2. Uma em SP: Unifesp *
  3. Uma no RJ: UFRJ
  4. Uma em MS: UFMS
  5. Uma no ES: Ufes
  6. Uma na BA: UFBA *
  7. Uma em PE: UFPE

Usarão o Enem para compor a nota do vestibular

  1. Duas em MG: UFV (50%) e UFTM (50% de uma prova)
  2. Uma no RS: Furg (50%)
  3. Uma em SC: UFSC (20%)
  4. Uma em GO: UFG (20% na primeira fase)
  5. Uma no PR: UFPR (10% de uma prova)

* para alguns cursos.
** Serão 10% das vagas pelo sistema unificado; nas demais, o aluno pode escolher se quer usar como substituto da primeira fase.
(*) opcional.

FÁBIO TAKAHASHI
RICARDO GALLO
da Folha de S.Paulo

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u593413.shtml

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A Internet nos deixa mais inteligentes?

Publicado por Bozatski em 12/Julho/2009

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Matriz de referência para o ENEM 2009

Publicado por Bozatski em 12/Julho/2009

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Acesse e prepare-se melhor para o exame. (CLIQUE NA IMAGEM)

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Ronaldo fenômeno de Carambeí

Publicado por Bozatski em 2/Julho/2009

3:13 minutos da mais pura magia do futebol

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Apresentação: Violão Clássico e Guitarra

Publicado por Bozatski em 19/Maio/2009

 

Onde: Câmara Municipal de Carambeí

Quando: 26/05/2009

O que é: Apresentação do músico Marcos “Marquinos” Barscz com vioão clássico e guitarra.

Que horas: 08h00min

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Coach Carter: Análise Apreciativa

Publicado por Bozatski em 18/Setembro/2008

Roteiro de avaliação “Coach Carter”

 

Responda as questões em equipe com base no filme

 

  1. Qual a importância do esporte para a formação humana?
  2. “Mens sana in corpore sano” é um conhecido pensamento latino que vem sendo repetido há muitas e muitas gerações mundo afora com a finalidade de consolidar entre os homens a necessidade de cuidar tanto do corpo quanto da mente. De que forma o treinador Carter faz isso em sua escola? Como isso poderia ser feito em nossa escola, e em nossa comunidade para que este ideal da mente sã em corpo são fosse alcançado?
  3. Para o treinador, vencer no esporte, tornar-se um campeão, era o que mais interessava? Quais valores ele buscou desenvolver em seus alunos-atletas?
  4. Se você fosse um governante, que ações você promoveria para melhorar a condição do esporte no país?
  5. Se você fosse um governante, que ações você promoveria para melhorar a condição da educação no país?
  6. Faça uma análise apreciativa das atitudes tomadas por:

A- Treinador

B- Alunos da Equipe

C- Diretora

D- Demais alunos da escola

E- Professores

F- Comunidade

G- Mídia

H- Pais dos alunos

7. A violência nas cercanias da Richmond High School era uma opção de vida para muitos estudantes, que acabavam optando pela vida de crimes. Que estratégias podem ser desenvolvidas para reduzir a violência em uma comunidade, e como conscientizar os jovens para não se aproximarem do mundo de crimes e para o uso de drogas?

8. Um dos personagens sofre um dilema, sua namorada está grávida e ele pretende continuar seus estudos, no final eles acabaram optando pelo aborto. Como você reagiria nesta situação? Qual a sua posição em relação ao aborto?

9. Como as pessoas podem utilizar o esporte em seu cotidiano para melhorar sua qualidade de vida (obesidade; sedentarismo; etc.)?

10. É comum que os professores de educação física se surpreendam com a falta de disposição para os esportes entre as crianças e jovens da atual geração de brasileiros. Isto se dá porque os alunos dedicam a maior parte de suas energias a jogos eletrônicos e computadores e que as bolas, raquetes e calçados esportivos foram verdadeiramente relegados a segundo ou terceiro plano… O que podemos fazer em relação a isso? Como superar essa inércia? De que forma estabelecer práticas mais saudáveis de vida dos alunos? Devem ser estabelecidos limites ao uso de computadores, Internet ou televisão?

 

 

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A carne bovina contribui para o aquecimento global

Publicado por Bozatski em 28/Agosto/2008

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